JUIZ CAGÃO:

Juiz tira um foto no banheiro pra mostrar que também é genteClique e leia

15 de mai de 2013

Esperando …

Ser aprovada no exame da ordem trouxe a necessidade de mudanças urgentes. Buscando satisfazer essa sensação de “mudar é preciso”, resolvi arriscar, e deixar o meu emprego. esperando

Contabilizando impacto, vejo que estão ficando pra trás mais de seis anos de vínculo, um salário razoável, um trabalho flexível, prazeroso, e uma certa estabilidade. Se parar para pensar, a conclusão é uma só: Mariana você é louca!

Mas porque razão eu sentei-me durante longos cinco anos nas cadeiras da faculdade, senão para advogar?

Para outras pessoas essa pergunta tem outra resposta, mas, para mim não. Eu sempre quis advogar. Sempre me imaginei advogada. Porém, tomar decisões que provocam mudanças profundas é difícil. Me recordo agora de uma frase dita por um professor: O “sexto” ano é o mais difícil.

Resolver deixar a tal zona de conforto para bater de porta em porta, de email a email atrás de uma colocação, requer uma certa dose de foda-se tranqüilidade. Não adianta achar que as coisas vão acontecer em um passe de mágica.

Batem mil e uma incertezas, medos e desesperos ao imaginar as contas vencendo e nenhuma ligação falando: Mariana, queremos você! Mas de que me adiantaria passar a vida toda sendo uma funcionária estável, porém frustrada? Outra coisa, como buscar um emprego, tendo um trabalho que exige dedicação e comprometimento, como é o meu?

Conheço pessoas que fazem três, quatro, entrevistas na semana. Como vou fazer, tendo diversos atendimentos no INSS, como é comum? Posso estar errada, mas gosto de fechar um ciclo, pra iniciar outro.

Agora é hora de ter paciência. Uma hora há de aparecer uma colocação...

 

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