JUIZ CAGÃO:

Juiz tira um foto no banheiro pra mostrar que também é genteClique e leia

1 de ago de 2013

A melhor vingança da história!

Já dizia o mestre seu madruga que a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena. Contudo, além do orgasmo e tirar um sapato apertado dos pés, poucas coisas superam o doce gosto e o prazer da vingança, e assim sendo apresento-lhes um caso épico de como se vingar linda e bonitamente de alguém.

Dizem as más e boas línguas que certa vez em uma audiência trabalhista no norte da Paraíba e minutos antes de iniciar a audiência, o patrono ficou sabendo que as suas testemunhas não iriam comparecer, assim em meio ao desespero de perder uma causa, saiu desesperado à porta do fórum e com sua lábia ímpar, conseguiu convencer um transeunte a fazer o papel de um antigo empregado da empresa.

Instruiu-o a dizer que trabalhava lá há vinte anos, e que nunca havia visto o autor da ação na empresa. Obviamente, com o depoimento da testemunha forjada, o empregado viu sua ação ser julgada improcedente.

Ocorre que alguns anos depois, o advogado do empregado que perdeu a causa encontra, na rua, o falso empregado e sabendo através de seu antigo cliente que aquele nunca houvera trabalhado na empresa em questão. Resolvu chamar o cidadão para um animado bate papo regado a muitas cervejas e cachaças, quando a “testemunha” estava chamando meu nego de meu loro, o advogado matreiro , pergunta se ele ainda trabalhava na empresa, e este confessa que nunca trabalhou lá, e que foi tudo armação.

Assim, como havia perdido os honorários da causa anterior, o advogado propõe ao falso empregado que entre na Justiça contra a empresa, dizendo que trabalhou lá vinte anos, sem carteira assinada, juntando como prova o depoimento que prestou na outra reclamação trabalhista.

Reclamação trabalhista pronta e distribuída, a empresa, pega desprevenida, não pôde negar suas alegações e acabou condenada!

O falso “empregado” ganhou a causa, e o advogado do verdadeiro sentiu o gostinho da vingança…

História adaptada de um causo lido no adormecido Página Legal

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