JUIZ CAGÃO:

Juiz tira um foto no banheiro pra mostrar que também é genteClique e leia

16 de ago de 2013

P#rra Doutor - O "japonez" roubou meu processo

É sabido que muita gente escreve bobagens em suas petições, muitos sequer mereciam possuir a carteira cor de rosa que tantos outros almejam mas nunca a alcançam, contudo, como a vida não é linda e nem justa, muita gente consegue a aprovação na OAB sem sequer saber escrever direito.
Assim, apresentamos hoje um caso deveras cômico, porém, trágico, pois apesar de ser inacreditável, tal petição que abaixo transcrevemos sem alterar nenhuma vírgula sequer do que fora escrito é real e em alguns momentos chega a causar a tal vergonha alheia em nossas faces. Leiam e vejam se isso não é de cair o esfíncter das nádegas.



“Exmo Sr. Douto Juiz de Direito e Presidente da 4a J.C.J. desta capital

Processo 1.766/85

Junta de Conciliação e Julgamento de Curitiba

(…), já devidamente qualificado nos conformes com notificação em anexo, em uma reclamatória que fizera outrora em CAUSA PRÓPRIA quando era estudante ainda, vem por meio desta dizer:
Primeiro:
Que, trata-se de uma reclamatória feito em causa própria, quando este este era estudante ainda;

Segundo:
Que, naquele era vivia ou seja, morava em pensão ou república, e com isso vivia sempre mudando (algo já dito anteriormente) e neste ínterim sumiu o processo;

Terceiro:
Que, certa vez tinha um opala, no porta mala guardei uma mala vermelha e a mesma sumiu, com shorts de banho, book, e outras coisas mais, e até hoje não o encontrei;

Quarto:
Que, outra vez morava em uma república, e ali morava um japonez, e o mesmo não fuincionava bem da cabeça, e deu sumisso e objetos nosso.

Diante do exposto, reitero mais uma vez.

Não sei onde foi tal processo sua excelência, será que estava dentro da mala que sumiu do guarda mala? Será que tal japonez sumiu com ele? E além do mais, era em causa própra. Logo, tenho dado busca e não encontrei, por favor não sei.

Nos termoa acima pede para dar como extinto e acabado tal assunto.

12844-PR


Curitiba, em 01/ julho de 1993.”

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