JUIZ CAGÃO:

Juiz tira um foto no banheiro pra mostrar que também é genteClique e leia

21 de out de 2013

Diário de um Estagiário – Depois da tempestade…

Olá pessoal.

Cá estamos para mais um bate papo sobre o dia a dia de um estagiário.

Já que a coluna está mais para um talk show sem graça (beijo do gordo) não custa trazer uma "reprise" à tona.

Em meados de maio deste ano comentei aqui sobre o surto de "inteligência ao contrário" do ilustre cantor Naldo que desrespeitou mais de 10 mil pessoas em um show.

Como não levo desaforo pra casa,  tratei de jogar merda no ventilador  na época para que o fato não passasse em branco, como dizem: no Brasil as coisas só funcionam na base da ameaça e por via judicial.

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Para (nossa) minha alegria, o molho saiu mais caro que o churrasco  -  ou seria a água de coco mais cara que o whisky?  - para nosso amigo cantor de talento musical duvidoso, mas essa é outra história.

Hoje foi a audiência do caso citado, então resolvi pegar a petição inicial e dar uma olhada na obra prima doutrinária (cof cof)  que eu havia feito com muito "sangue no zóio".

Ao terminar de ler, fiquei com vergonha.

Então a vergonha passou e veio a sensação de estar sendo atingido com um saco de 50kg com um minucioso bordado feito à mão contendo os dizeres "quem atua em causa própria tem um burro como cliente" e depois desaparecendo em uma nuvem de lógica por ver que aquilo não fazia o menor sentido senão nos desenhos de Papa Léguas e Coiote.

Não que a petição tenha ficado ruim, longe disso, mas ficou demonstrado ali que aquilo era "pessoal" e que foi feita no melhor estilo de alguém que quer você pior que a mosca do cocô do cavalo do bandido.

Esse excesso de "tomação de dores" já é algo que me afeta muito, agora imagine só meu subconsciente tomando as dores dele mesmo?

Não, não tenho problemas psicológicos, obrigado.  O que quero dizer é que às vezes "pegar leve" mais ajuda do que atrapalha.

Discorri algumas páginas culpando um terceiro que, mesmo tendo responsabilidade solidária, em nada ajudou para "a cagada", mas como a corda sempre arrebenta pro lado mais fraco, sobrou para o cidadão.

De agora em diante vou tentar trabalhar um pouco mais zen, quem sabe poupo os (poucos) fios de cabelo que me restam nessa semi careca reluzente.

Algumas vezes, melhor do que contar até 10, é revisar 10 vezes.

P.S. 1 - Não revisei esse texto 10 vezes, reclamações quanto ao português favor enviar email a minha profª da 5ª série - aos 12 ainda comia areia.

P.S. 2 - A quem prestou a 2ª fase da OAB, minha singela contribuição:

ANULA CIVIL!

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