JUIZ CAGÃO:

Juiz tira um foto no banheiro pra mostrar que também é genteClique e leia

18 de fev de 2014

É MAIS DIFÍCIL SER PANICAT DO QUE PASSAR NO VESTIBULAR

Vida de panicat é moleza. É só ficar rebolando no palco e mostrar a bunda para as câmeras. Certo? Errado. Vida de panicat é dureza. Para ganhar dinheiro, elas trabalham quase todos os dias. E, para virar assistente de palco do Pânico na Band, é necessário passar por um processo de seleção mais rigoroso do que o mais competitivo dos vestibulares.

O Pânico procura novas panicats há um ano. Nesse período, segundo Alan Rapp, diretor do programa, foram analisadas 300 candidatas. Só uma delas tem chance, “uma menina linda do interior”, mas que “tem que encorpar as pernas”.

Até ontem (16), havia três vagas para panicats. Uma delas foi ocupada por Babi Muniz, depois de um ano sendo submetida a trollagens no programa, uma espécie de trote antecipado. Isso coloca o “vestibular” do Pânico como o mais concorrido do país. Se houvesse uma vaga para as 300 candidatas testadas até agora, seria uma disputa cinco vezes mais acirrada do que a do curso de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

Como é esse vestibular? “As meninas mandam fotos e a gente chama para uma entrevista. É uma puta decepção. Elas estão muito fortes. Está rolando uma onda de menina forte e a gente não quer. Arrumar panicat é uma das coisas mais difíceis do programa”, diz Alan Rapp, que está fazendo seleção em Santa Catarina.

Segundo Rapp, o fato de ter que mostrar a bunda não inibe as candidaturas. “As meninas que querem trabalhar em televisão não têm preconceito”, afirma. E não basta ser linda e ter o corpo perfeito. “Tem de ser simpática, carismática e extrovertida”, completa.

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“As pessoas acham que ser panicat é ser gostosa. Não é isso. O mais importante é ter carisma, é ser aceita. Tem que falar bem, ser articulada. Cada menina tem de ter a sua personalidade, panicat não pode ser fresca, tem de topar tudo, ser flexível. Não é só vir aqui e ficar rebolando”, diz Carol Dias, 26 anos, ex-Legendários, panicat há um ano.

Carol diz que é puro preconceito a ideia de que panicat é garota de programa. “Isso é ridículo”, diz. Segundo ela, a exposição no humorístico da Band compensa. “A gente trabalha muito, faz evento e ganha bem”, conta. “O meu forte são campanhas publicitárias. Ser panicat me abriu muitas portas”, afirma, elencando as três marcas que representa, uma de sapatos, uma de cosméticos e outra de óculos.

Fonte: Jovem Pan

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