JUIZ CAGÃO:

Juiz tira um foto no banheiro pra mostrar que também é genteClique e leia

28 de jan de 2015

DIÁRIO DE UM ESTAGIÁRIO – APRESENTANDO GABRIEL HERNANDES

Enfim um novo ciclo se inicia hoje em minha vida, a arte de ser colunista, por sorte em um dos maiores blogs relacionados ao nosso amado Direito.

E é claro que esse post será muito mais sério do que os outros, afinal é o meu primeiro, aonde por dever, tenho que me apresentar sob pena de preclusão.

Nobres aspirantes a juristas, meu nome é Gabriel, tenho 21 anos, curso direito em São Paulo, sou natural de São José do Rio Preto – SP, o que logo de cara me acarretou apelido de Caipira, fiquem a vontade de me chamarem assim.

Como muitos de vocês já são fieis leitores das nossas colunas diárias, eu me apresento como o mais novo colunista do Diário de um Estagiário, ou como tenho costume de chamar, Diário do “Escraviário”.

E como experiência inicial gostaria de chamar atenção daqueles que assim como eu tem algum parente próximo no ramo da Advocacia, afinal pior do que ser estagiário em São Paulo em plena época de temporais, é ser estagiário em pleno calor de 40º graus no interior paulista pro pai rs rs rs.

Pois imagina você andando pra cima e para baixo de roupa social nessas condições? Por isso que tenho muito respeito aos nossos amigos do nordeste e interior, afinal não basta sair correndo para protocolar, tem que estar esse calor maldito? Ainda por cima chove no final do dia! Cai o mundo que só por Deus mesmo.

Lembro muito dos sorvetes e vitaminas que tomei com meus colegas entre uma diligência ou outra na Praça João Mendes. Isso quando não estávamos na CPTM indo pra Mauá, sem comentar do TRT na Barra Funda, o lugarzinho pra ser quente.

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Chega a transpirar mais que tampa de marmita de pedreiro no sol quente.

Mas hoje posso desfrutar do bom e velho ar condicionado e agua geladinha do estagiário interno, nada como chegar no 5º ano moçada, aonde o protocolo e as devoluções de cargas, acompanhados de 400 fotos diárias, sem contar os Agravos de Instrumentos de Banco, foram substituídos por imensas pilhas de processos com prazo vencendo e pendentes de correção do seu advogado tutor, até porque ai de você se não entregar dentro do prazo solicitado.

Isso quando comentamos que está calor e escutamos daqueles advogados mais velhos e ranzinzas, ou os “sábios” dizendo: “No meu tempo, estagiário não tinha lei não, eram 8 horas batida, sem intervalo, e não ganhava essa bica que vocês ganham não, muitas vezes não ganhávamos nada! Quantas vezes eu já faltei na aula pra trabalhar”, pobrezinhos eram todos na sofrenciaaaaaa, rs rs rs

Colegas escraviários, espero que se identifiquem com os meus textos, e deem boas risadas lembrando de suas histórias como estagiários.

As criticas serão bem vindas, e fiquem a vontade para dividirem opiniões e contarem suas experiências, com toda certeza serão lembradas aqui.

Data vênia” um grande abraço!

TKS!

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