JUIZ CAGÃO:

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15 de jun de 2015

BACHAREL EM DIREITO MORRE APÓS TENTAR FAZER BRONZEAMENTO PARA PRESTAR CONCURSO COMO NEGRO

Há 13 dias, assim que ficou sabendo de um novo projeto que dava direito aos negros de ingressarem na carreira da magistratura com o auxílio das cotas, uma vez que 20% de todas as vagas serão destinadas aos negros, o bacharel em Direito gaúcho Heriberto Ostado decidiu que ia “mudar de cor”.

O bacharel, filho de holandeses procurou um centro de estética e fechou um pacote com 30 sessões de bronzeamento artificial com um único propósito, conseguir prestar o concurso como “negro”.

Além das sessões de bronzeamento o bacharel também contratou um tratamento capilar para escurecer e enrolar os cabelos.

Contudo, o que parecia um desejo de Heriberto, causou a sua morte precoce.

Apesar dos conselhos da dona do Centro de Estética, o bacharel insistiu que queria iniciar o “tratamento” com uma sessão de 3 horas, quando o indicado são sessões de meia hora.

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Porém, antes de completar duas horas de bronzeamento o bacharel desmaiou e foi levado em estado gravíssimo para o Centro de Tratamento Intensivo da Santa Casa de Porto Alegre, com queimaduras de primeiro e segundo graus em 98% do corpo. Apenas o couro cabeludo escapou, mas não resistiu às queimaduras e morreu no hospital.

A dona da estética, onde foi feito o bronzeamento, disse que insistiu para que Heriberto não realizasse o tratamento tão longo, pois sabia que isso causaria queimaduras.

Ele foi muito arrogante comigo e disse: “minha querida, eu sei dos meus direitos, eu sou um futuro juiz de direito, se você não me deixar fazer o tratamento eu mando fechar esta porcaria de salão”, contou a dona da estética.

Segundo Marla Musa, esposa do bacharel, que tinha o apelido de “Lemão” seu marido estava “possuído” e com a ideia fixa de passar no concurso usando a lei de cotas. Ele me disse que depois de passar 4 anos estudando para a OAB, ia ser fácil passar na magistratura se ele se declarasse negro, pois atualmente a prova da OAB é mais difícil que a da magistratura.

Fonte: Embuste News

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