JUIZ CAGÃO:

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13 de jul de 2015

APÓS ERRO, TRIBUNAL AUTORIZA PAGAMENTO DE 500 MIL REAIS À ADVOGADA QUE RECEBE E DESAPARECE

Um caso curioso aconteceu na cidade de Valinhos, interior de São Paulo, e acabou enriquecendo um advogado da noite para o dia.
Aparentemente  um depósito judicial de R$500,00 (quinhentos reais) se transformou em um depósito de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) por conta de um erro conjunto do Tribunal e também do Banco.
O equívoco cometido na liberação do numerário foi ocasionado por negligência de servidor da 9ª Vara Cível da Comarca de Valinhos que não observou as cautelas necessárias ao expedir alvará judicial, incorrendo em erro quando do registro dos dados necessários.
O banco responsável pelo pagamento, por sua vez, também foi negligente ao não perceber a diversidade entre o número do processo constante no alvará e o relativo à conta onde foram depositados os valores destinados ao autor.
Resta claro que o evento lesivo decorreu de falha no serviço prestado pelo banco e pelo Estado, de modo que ambos devem ser responsabilizados.
A advogada que levantou os valores, Vilma Landra não aparece no trabalho há 5 dias, ou seja, desde o dia que levantou os elevados valores, ela apenas ligou dizendo que iria fazer uma viagem de emergência e que não voltaria mais a trabalhar no escritório.
Achei suspeita a atitude dela, que foi super grossa ao me comunicar sua demissão, chegando inclusive  me ofender, me chamando de gordo babão, disse Olavo Fontes, dono do escritório.
Só descobrimos o equívoco quando o pessoal do banco ligou aqui e explicou o ocorrido, na tentativa de reaver o dinheiro.
Em sua última postagem no facebook, Vilma se limitou a fazer elogios ao Poder Judiciário e avisou que estava de férias.
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Ela ainda teve o cuidado de repassar os R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais) ao seu cliente, já descontando os 30% (trinta por cento) referentes aos seus honorários e embolsou uma significativa quantia de R$ 499.650,00 (quatrocentos e noventa e nove mil e seiscentos e cinquenta reais).
Até o momento o tribunal não se pronunciou sobre o caso.
Fonte: Embuste News

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