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11 de fev de 2016

ADVOGADO ESCREVE EM PETIÇÃO: “OS MAIS GRAVES ERROS DO JUDICIÁRIO SÃO COMETIDOS POR MULHERES JUÍZAS”

Um advogado do Foro Cível Central de São Paulo provocou polêmica por seu comentário machista. Em sua argumentação na ação cautelar movida pelo ex-marido de uma mulher, Marcos David Figueireido de Oliveira pede em nome do pai da criança, a guarda do filho e o afastamento da mãe da residência. No dia da audiência, segundo a juíza Eliane da Camara Leite Ferreira, Marcos gritou com Ana Paula Freitas Villela Leite, Promotora de Justiça. A juíza interveio e disse que parasse de gritar com a Promotora, mas o advogado começou a gritar também com a juíza, afirmando que ela estava violando suas ”prerrogativas de advogado”.

Eliane pediu para que Marcos saísse da sala, mas ele recusou e ainda afirmou que ela estaria cometendo abuso de autoridade.

A segurança acabou sendo solicitada para que retirasse o advogado. Após o ocorrido, Marcos David Figueireido de Oliveira entrou com um pedido para afastamento da juíza, afirmando que ele não havia gritado e que “gritaria é coisa de mulher histérica, sobretudo quando está no período de Tensão Pré-Menstrual”. O advogado ainda acrescentou que teve mais de 30 anos de educação militar.

Ele ainda completa: “os mais graves erros judiciários são cometidos por mulheres juízas, sobretudo em área de família”.  “Estes resultaram em agressividade excessiva, em razão da disfunção hormonal causada pela TPM gerando a autodestruição”, diz Marcos.

“O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo precisa constituir, urgentemente, uma comissão de jurisconsultos para levantar, classificar e determinar a natureza do erro judiciário. Se fizer isso constatará que as juízas incorrem em mais “erros inescusáveis” do que os homens, o que compromete a eficiência da prestação jurisdicional no Estado Democrático de Direito”

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Fonte: Sul21

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