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4 de fev de 2016

RESERVA É ACUSADA DE RACISMO AO COLOCAR MANEQUINS DE PONTA-CABEÇA EM LOJA

ABRE-RESERVA

A grife carioca Reserva se envolveu em mais uma polêmica envolvendo racismo. Na última segunda (1º), um usuário do Facebook compartilhou uma foto em que dois manequins negros aparecem pendurados pelos pés na vitrine de uma das lojas da marca, no Rio de Janeiro. Confira:

Em poucas horas, a publicação virou assunto entre usuários da rede.“Eu nem tinha reparado na vitrine até que uma senhorinha negra passou do meu lado e falou pra si mesmo: que horror!” comentou o autor do post. “Não cansam de produzir material preconceituoso disfarçado de ‘não tínhamos a intenção, vcs entenderam mal'”, emendou uma internauta. Questionada, a grife carioca mencionou a polêmica em sua página oficial do Facebook.

reser

No Twitter, a polêmica vitrine da marca também virou assunto – e dividiu opiniões.

Atualização: às 17:33 a Reserva divulgou um posicionamento oficial sobre o caso, confira:

1- Toda identidade visual da Reserva é preta e vermelha, sendo seus manequins na cor preta, há mais de nove anos.

2- Como de costume, nos períodos de liquidação a marca transforma o visual da loja, colocando tudo de cabeça para baixo, incluindo o letreiro da fachada, manequins e peças expostas, não havendo qualquer intenção ou traço de racismo na estratégia de marketing.

3- Nossa política de compromisso com a igualdade de gêneros e raça é uma das bandeiras que carregamos com mais afinco. O que se pode conferir em ações sociais e de inclusão, como o Rebeldes com Causa, selo AR para o Afroreggae, marca 40076 – sem fins lucrativos – voltada para geração de renda para projetos sociais, filosofia de trabalho com licença-paternidade de um mês, concedida a todos os novos pais da empresa, sejam biológicos ou adotivos, heterossexuais ou homossexuais, mesma quantidade de funcionários homens e mulheres e com paridade salarial, contratação de pessoas com mais de 60 anos, entre outras ações.

Fonte: VejaSP

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